segunda-feira, 31 de agosto de 2015

METABOLISMO ENERGÉTICO




         


   A energia para a manutenção da vida é obtida por meio da “quebra” de substâncias que contêm átomos de carbono.
            Toda e qualquer atividade realizada pelo organismo precisa de energia, em maior ou menor quantidade.
Energia – é a capacidade que um corpo, substância ou sistema físico têm de realizar um trabalho (movimento). Pode ser transferida ou convertida.
            Essa energia é encontrada em compostos orgânicos, mais precisamente nas ligações atômicas, devido a energia de ligação, que une uns átomos aos outros, esta por sua vez é convertida em outras energias quando “quebrada” por reações químicas.
Reações Químicas – é a recombinação e transformação de reagentes (uma ou mais substâncias) em um ou mais produtos (novas substâncias) diferentes das iniciais.


                                              
      
            Existem reações endotérmicas – para ocorrer precisam absorver energia. Ex: fazer bolo e a fotossíntese.
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Reações Exotérmicas – quando ocorrem liberam energia, podendo ser na forma de calor. Ex: queima de gás ou degradar a glicose.
 Metabolismo – conjunto de processos físico-químicos responsáveis pela manutenção da vida. São divididos em dois grupos:
  • Catabolismo – responsável pela quebra de substâncias. São processos metabólicos que implicam na “quebra” de substâncias complexas em substâncias mais simples. A “quebra” das proteínas do tecido muscular para obter energia é um exemplo de catabolismo

  • Anabolismo – responsável pela síntese de substâncias. São processos metabólicos que implicam na construção de moléculas a partir de outras. A síntese protéica, a síntese de ácidos graxos e a síntese de hormônios são exemplos de reações anabólicas.
     
    • ATP – adenosina trifosfato, ou trifosfato de adenosina, é a “moeda” energética surge do acoplamento de um íon fosfato há uma molécula de ADP (adenosina difosfato), com a absorção de energia.


terça-feira, 17 de março de 2015

CNIDÁRIOS


            A maioria é marinha, poucos representantes dulcícolas.
                 Cnidários
            São diblásticos, possuem dois folhetos embrionários ectoderma (forma a epiderme) e  endoderma (forma a gastroderme, cavidade digestória).
            São entozoários incompletos, a cavidade digestória é incompleta, possuindo uma única abertura.
            Também não possuem sistema respiratório, cardiovascular ou de excreção. Respiram e se nutrem por difusão.
            Possuem tecidos verdadeiros e células verdadeiras como os cnidócitos, células especializadas que contém o  nematocisto (cápsula com um filamento enrolado e venenoso), são abundantes nos tentáculos, sendo utilizadas como instrumento de defesa e de captura de alimento.
             Possuem um sistema nervoso difuso, que se distribue uniformemmente pelo organismo.
FORMA:
  • Pólipo – em geral são sésseis, com aspecto cilíndrico e possuem na extremidade livre uma boca rodeada de tentáculos.
  • Medusa – assemelham-se a um guarda-chuva sem cabo, tendo a boca em uma posição inferior e as bordas com muitos tentáculos.
 
Existem três classes:
  • Hydrozoa – podem ser coloniais ou isolados, apresentam alternância de gerações. Reprodução assexuada (pólipos) e sexuada (medusas). Ex: caravela.
  • Scyphozoa – a maior parte da vida são medusass, quando pólipos são muito diminutos. Ex: aurélia (medusa).
  • Anthozoa – são todos pólipos, possuem uma fase larval, denominada blástula. Ex: anêmonas e corais.
 
REPRODUÇÃO
            Podem ser monóicos ou dióicos, podendo ainda ter reprodução sexuada ou assexuada.

Podem ter desenvolvimento direto, após a fecundação forma um embrião semelhante aos pais, ex: hidras, ou desenvolvimento indireto, o zigoto origina uma larva achatada e ciliada, livre que se fixa a um substrato originando um novo individuo. Ex: corais.