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segunda-feira, 1 de março de 2021

Cromossomos Eucariontes

 Nas células eucariontes, cada molécula linear de DNA está associada a proteínas, formando um cromossomo.


Cada espécie de ser vivo possui um número fixo de cromossomos e, portanto, de moléculas de DNA em suas células. Os seres humanos, por exemplo, têm 23 pares de cromossomos em cada uma de suas células, totalizando 46 cromossomos. As células somáticas (responsáveis pela constituição/formação dos tecidos/órgãos do ser vivo), por possuírem cromossomos aos pares são denominadas células diploides, representadas por 2n.

Por apresentar forma e tamanho semelhantes e a mesma sequência de genes, os membros de cada par de cromossomos são denominados cromossomos homólogos. Algumas células apresentam apenas um cromossomo de cada tipo.

São as células haploides, representadas por n. Os gametas humanos são exemplos de células haploides. Os gametas femininos (chamados de ovócitos) e os masculinos (chamados de espermatozoides) dos seres humanos têm 23 cromossomos cada, ou seja, metade do número de cromossomos da espécie. Eles se unem na fecundação, formando o zigoto e restabelecendo assim o número de 46 cromossomos, padrão para a espécie humana.

CROMATINA SEXUAL

            Também chamados de heterocromossomos ou alossomos, são assim denominados por serem diferenciados dos demais e por serem responsáveis pelas características sexuais do ser vivo. Nas fêmeas são idênticos e nos machos um é igual ao da fêmea e o outro é bem diferenciado.

            Os presentes na fêmea são dois cromossomos X (representamos XX) e os no macho são um cromossomo X e um exclusivo o Y(representamos XY).

            Assim a ♀ é XX e produz óvulos X e o ♂ é XY e produz espermatozoides X e Y.

            Os demais cromossomos são denominados de autossomos.

CARIÓTIPO

É o conjunto de características morfológicas dos cromossomos, como número, tamanho e forma. Cada espécie apresenta um cariótipo típico. Graças a algumas técnicas que facilitam o estudo do cariótipo, é possível organizar os cromossomos de um cariótipo em pares, considerando seu tamanho e sua forma, além do padrão de bandas. Por convenção, organizam-se os pares em ordem decrescente de tamanho, numerando-os.


 

 

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Ácidos Nucleicos

            São tipos de polímeros (macromoléculas) constituídos por moléculas de  nucleotídeosEstes por sua vez formam dois ácidos nucleicos existentes, são eles o ácido desoxirribonucleico (DNA) e o ácido ribonucleico (RNA), responsáveis por codificar e traduzir as informações que determinam a síntese das várias proteínas encontradas nos seres vivos.

Eles recebem essa denominação pelo por terem caráter ácido e por serem comumente encontrados no núcleo celular.

Os ácidos nucleicos estão presentes em todas as células, são de suma importância, pois é a partir das moléculas de DNA e RNA que são sintetizadas as proteínas, as células se multiplicam e ainda ocorre o mecanismo de transmissão das características hereditárias.

Os nucleotídeos também são importantes em diversos processos, como na síntese de carboidratos e lipídios e na regulação do metabolismo intermediário, ativando ou inibindo enzimas.


Composição dos Nucleotídeos

Os nucleotídeos são formados por três partes:

  • um açúcar do grupo das pentoses (monossacarídeos com cinco átomos de carbono);
  • um radical “fosfato”, derivado da molécula do ácido ortofosfórico (H3PO4).
  • uma base orgânica nitrogenada.


 

Em sua constituição (pentose, radical fosfato e base orgânica nitrogenada) apenas o radical fosfato não varia no nucleotídeo. As pentoses e as bases nitrogenadas são variáveis.

            São dois tipos de pentoses (açúcares) a ribose e a desoxirribose. Esses açúcares diferenciam-se pelo fato de que a desoxirribose apresenta um átomo de oxigênio a menos que a ribose. A desoxirribose está presente no DNA, enquanto a ribose é encontrada apenas no RNA.

       

As esferas vermelhas representam Oxigênio e as cinzas Carbono    

    As bases nitrogenadas são estruturas cíclicas que existem em dois tipos: as púricas e as pirimídicas. Nas pirimídicas, ocorre a presença de um anel de 6 átomos (4 carbonos e 2 nitrogênios). Já nas púricas, ocorre a presença de um anel de 6 átomos fusionado a um anel que contém 5 átomos (5 carbonos e 3 nitrogênios).

  • as púricas: adenina (A) e guanina (G);
  • as pirimídicas: timina (T), citosina (C) e uracila (U).


Tanto o DNA como o RNA possuem as mesmas bases púricas: a adenina (A) e a guanina (G). A mudança ocorre em relação às pirimídicas, a citosina (C) é comum entre os dois, mas varia a segunda base, no DNA há timina (T) e no RNA há uracila (U).

DNA


            Extremamente importante para toda a vida no planeta, pois ele é o que garante você ser o que é, biologicamente falando; ou seja, você ser um ser humano, o cachorro um cachorro, uma roseira, uma roseira, etc.

            É ele que armazena seu código genético de ser humano e ele ainda é responsável por transmitir aos seus descendentes. Por meio do DNA também consegue descobrir a paternidade e maternidade, consegue descobrir quem esteve envolvido em crimes. Também é responsável em ser molde na síntese de RNA que irá fabricar proteínas diversas nas células.

            O ácido desoxirribonucleico (DNA ou ADN) é constituinte fundamental de cada cromossomo, é uma macromolécula longa e fina, com apenas 2nm de espessura e que pode atingir alguns centímetros de comprimento, se juntar todo DNA de uma única célula ele pode atingir 2 m de comprimento.

Estrutura

Formado por dois filamentos paralelos e muito próximos, que se enrolam helicoidalmente, por isso diz-se que o DNA é uma dupla-hélice.


Cada cadeia de DNA é composta por milhares de unidades de desoxirribonucleotídios, unidos em uma sequência.

As duas cadeias se mantêm unidas por meio de ligações de hidrogênio (pontes de hidrogênio) estabelecidas entre as bases nitrogenadas das cadeias. Essas ligações só ocorrem entre determinadas bases nitrogenadas específicas.

Adenina (A) se liga somente à Timina (T) e a Citosina (C) somente à Guanina (G). Portanto as duas cadeias da dupla-hélice do DNA são sempre complementares.


 Processo de Replicação

Toda célula por ser viva, em um momento irá passar pelo processo de reprodução, onde ela originará o que chamamos de células-filhas, mas, para isso ocorrer deve-se primeiramente ocorrer a duplicação dos seus cromossomos (material genético, DNA).

Este processo é denominado de Replicação Semiconservativa do DNA, nele as duas cadeias de moléculas de DNA se separam e cada uma orienta a formação de uma cadeia complementar; ou seja, cada nova cadeia conserva metade da molécula original e tem a formação de uma cadeia nova pelo “molde” da que permaneceu.

Existe também o processo de transcrição. Nesse processo o DNA dará origem ao RNA e para isso uma de suas fitas será utilizada como molde. Esse processo é essencial para os organismos, uma vez que é a molécula de RNA a responsável por garantir que as informações do DNA sejam traduzidas em proteínas .

RNA


O RNA (ácido ribonucleico) também é um ácido nucleico, como o DNA. Surge a partir do DNA. Por meio de um processo denominado transcrição gênica

Por sua vez possui algumas diferenças em relação ao DNA. É constituído por apenas uma fita molecular, sua pentose (açúcar) é uma ribose e suas bases nitrogenadas são:

·        Adenina (A) e Guanina (G): púricas

·        Citosina (C) e Uracila (U): pirimídicas

É responsável pela síntese de diversos tipos de proteínas que as células necessitam para sua sobrevivência e desenvolvimento.

Tipos de RNA

·        RNA Ribossômico (RNAr): recebe esse nome pois é o principal constituinte dos ribossomos. Ele possui o maior peso, sendo o principal responsável pela síntese de proteínas.

·        RNA Mensageiro (RNAm): junto ao RNA ribossômico, ele auxilia na síntese de proteínas, orientando a ordem dos aminoácidos para a formação proteica. Ele é responsável por levar do núcleo celular até o citoplasma as informações genéticas recebidas do DNA.

·         RNA Transportador (RNAt): seu nome já indica que sua função é transportar as moléculas de aminoácidos que serão utilizados na síntese de proteínas. Ele transporta essas moléculas até os ribossomos, local em que se unem e formam as proteínas.


Surgimento do RNA

Diferenças

Links:

Ácidos Nucleicos

 Vídeo

 

 

 

 


sexta-feira, 13 de maio de 2016

RESPIRAÇÃO CELULAR

RESPIRAÇÃO CELULAR
         Todas os seres vivos respiram, afinal se não fosse por isso não teriam energia e não estariam vivos, por isso não seria diferente com as células.
         Todas células precisam de energia e para isso utilizam o processo da respiração que pode ser aeróbica, utilizando o gás oxigênio ou anaeróbica, sem o uso do gás oxigênio, o que pode ser por fermentação.
         A respiração aeróbica começa no citosol e se conclui no interior das mitocôndrias, no caso dos eucariontes; nos procariontes (em geral bactérias) começa no citosol e termina na membrana plasmática e o processo de fermentação (respiração anaeróbica) ocorre todo no citosol.
         A forma mais eficiente de se retirar a energia das ligações químicas das substancias é provocando sua reação com o oxigênio.
         Como a combustão, por exemplo, que rompe as ligações das moléculas liberando átomos de C e H que se ligam com o O formando água (H2O) e gás carbônico (CO2), sendo de forma violenta liberando muita energia em pouco tempo (por isso o fogo queima muito).

         Já na respiração aeróbica também ocorre a liberação de CO2 e H2O, contudo a liberação de energia ocorre mais lentamente por ser dividida em várias reações intermediárias, assim a célula não entra em combustão.
         Enquanto que na combustão se utiliza diversos materiais como comburentes, para ocorrer a respiração aeróbica utiliza-se principalmente moléculas de glicose (C6H12O6).

Este é um resumo do processo respiratório:
C6H12O6 + 6O2 à 6 CO2 + 6 H2O + energia

         A energia produzida é convertida em moléculas de ATP (adenosina trifosfato) por meio da fosforilação que une um íon fosfato a uma molécula de ADP (adenosina difosfato) criando assim um ATP rico em energia e quando for necessário utilizar esta energia o ATP é quebrado liberando a energia e tendo novamente o ADP e o íon fosfato, que podem ser “carregados” novamente.

ETAPAS DA RESPIRAÇÃO CELULAR

         Ela é dividida em 3 etapas: glicólise, ciclo de Krebs e cadeia respiratória

GLICÓLISE
         Também chamada de faze anaeróbica, pois não se utiliza nesta etapa o oxigênio. Acontece no citosol quebrando parcialmente a glicose em 2 piruvatos (ácido pirúvico).
         Durante este processo parte da energia é liberada formando 4 moléculas de ATP. Contudo são gastas 2 moléculas de ATP na ativação da reação, mas ainda sobram 2 moléculas. Sem esquecer que ainda ocorre a desidrogenação formando 2 moléculas de NADH.
Resumo do processo de glicólise:
C6H12O6+ 2ADP + 2Pi + 2NAD+ → 2C3H4O3 + 2ATP + 2NADH + 2H+


CICLO DE KREBS
         Também denominado de ciclo do ácido cítrico. Esta etapa acontece na matriz mitocondrial e no citosol das bactérias aeróbicas.
         Ao entrar na mitocôndria o piruvato se decompõe originando assim uma molécula de CO2, uma de NADH2 e uma de acetil, este último dará início ao ciclo.
         O acetil incorpora a coenzima A, criando a acetil-CoA, esta se liga ao ácido oxalacético, que libera o coenzima A e forma assim o ácido cítrico.
         Durante o ciclo o ácido cítrico perde dois C na forma de CO2 e íons de hidrogênio que se unem ao NAD e FAD e no final tem-se novamente o ácido oxalacético que se unirá a outra acetil-CoA reiniciando assim o ciclo.
         No fim do ciclo tem-se 3 moléculas de CO2, elétrons energizados e íons H+ presos nos NADH2 e FADH2, que serão utilizados na produção do ATP na próxima etapa da respiração.
         Além da glicose para a respiração a célula pode utilizar os produtos da degradação de lipídios, glicídios e até proteínas.

 

CADEIA RESPIRATÓRIA
         As moléculas de NADH2 e FADH2 transportam os íons de hidrogênio que capturaram na etapa anterior para as cristas mitocondriais, onde acontece de forma gradual a transferência desses íons para moléculas de oxigênio, formando assim moléculas de água.
         Durante esse processo este íons irão passar por determinadas proteínas fazendo que parte a energia seja liberada, provocando assim a fosforilação oxidativa, processo que faz com que o ADP incorpore íons fosfato e se torne assim moléculas de ATP.

 
Ao final do processo cada glicose terá liberado 38 ATPs, não esquecendo que 2 foram consumidos no início, primeira etapa, então há um saldo de 36 ATPs, que serão utilizados de diversas maneiras pela célula.
Respiração Celular


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

METABOLISMO ENERGÉTICO




         


   A energia para a manutenção da vida é obtida por meio da “quebra” de substâncias que contêm átomos de carbono.
            Toda e qualquer atividade realizada pelo organismo precisa de energia, em maior ou menor quantidade.
Energia – é a capacidade que um corpo, substância ou sistema físico têm de realizar um trabalho (movimento). Pode ser transferida ou convertida.
            Essa energia é encontrada em compostos orgânicos, mais precisamente nas ligações atômicas, devido a energia de ligação, que une uns átomos aos outros, esta por sua vez é convertida em outras energias quando “quebrada” por reações químicas.
Reações Químicas – é a recombinação e transformação de reagentes (uma ou mais substâncias) em um ou mais produtos (novas substâncias) diferentes das iniciais.


                                              
      
            Existem reações endotérmicas – para ocorrer precisam absorver energia. Ex: fazer bolo e a fotossíntese.
Resultado de imagem para reaçao endotermica
Reações Exotérmicas – quando ocorrem liberam energia, podendo ser na forma de calor. Ex: queima de gás ou degradar a glicose.
 Metabolismo – conjunto de processos físico-químicos responsáveis pela manutenção da vida. São divididos em dois grupos:
  • Catabolismo – responsável pela quebra de substâncias. São processos metabólicos que implicam na “quebra” de substâncias complexas em substâncias mais simples. A “quebra” das proteínas do tecido muscular para obter energia é um exemplo de catabolismo

  • Anabolismo – responsável pela síntese de substâncias. São processos metabólicos que implicam na construção de moléculas a partir de outras. A síntese protéica, a síntese de ácidos graxos e a síntese de hormônios são exemplos de reações anabólicas.
     
    • ATP – adenosina trifosfato, ou trifosfato de adenosina, é a “moeda” energética surge do acoplamento de um íon fosfato há uma molécula de ADP (adenosina difosfato), com a absorção de energia.


sábado, 25 de outubro de 2014

REPRODUÇÃO DOS SERES VIVOS

            Reprodução – processo pelo qual as espécies de seres vivos perpetuam sua existência, para isso são utilizados diversos mecanismos reprodutivos para a transmissão das características genéticas da espécie. Alguns organismos fazem de forma assexuada e outros de forma sexuada.
            A sexualidade no ser humano, ale da função reprodutiva desempenha papeis afetivos, psicológicos e sociais. Isto também ocorre entre golfinhos e macacos bonobos.
*  Reprodução Assexuada – ocorre quando seres vivos originando descendente geneticamente iguais aos pais, são como clones ou cópias. Este tipo de reprodução não envolve obrigatoriamente células especializadas na reprodução. Podendo surgir de fragmentos ou células do outro ser.
Principais mecanismos desse tipo de reprodução:
  • cissiparidade – o organismo se divide em dois;
  •       
  • fragmentação – processo pelo qual um organismo origina descendentes a partir de fragmentos espontâneos ou acidentais;
  •    
  • brotamento ou gemulação – novos indivíduos surgem a partir da dilatação de partes do corpo do ser vivo;
  • esporulação – surgem liberados por alguns seres vivos, que os lançam no ambiente e quando encontram condições adequadas eles se desenvolvem;
  • multiplicação vegetativa – ocorre em geral em plantas, quando se retira uma folha ou galho, no qual ele originará um novo individuo.
 

  • Reprodução Sexuada – neste processo os indivíduos originam descendentes geneticamente diferentes. Para ocorrer deve haver a união de duas células especializadas na reprodução (gametas), originadas de dois organismos, um macho e uma fêmea. estes gametas se unirão formando um zigoto.
      
GAMETAS
            São originados nas gônadas , testículos ou ovários, estes podem ou não estar presentes em um único animal.
  Monóicos – ou hermafroditas, apresentam os dois sexos, e dependendo da espécie do ser vivo pode ou não reproduzir-se sozinho. Ex: as tênias se reproduzem sozinhas, já as minhocas e caramujos não.
Dióicos – ou unissexuados, são os organismos vivos que possuem apenas um órgão reprodutor, ou é macho ou é fêmea.
 

Desenvolvimento dos vertebrados
Existem três tipos de desenvolvimento:

  • Ovíparos -  são os animais que põem ovos, como peixes, aves e alguns mamíferos;
  • Ovovivíparos são animais que produzem ovos, que ficam no interior da fêmea;
  • Vivíparos são animais que desenvolvem os filhotes dentro da barriga da mãe.
 

Reprodução humana
            É uma forma de geração de descendentes e também possue cunho afetivo, social e psicológico.
É marcada com o inicio da puberdade, em geral começa ente os 9 e 13 anos, que marca o inicio da faze reprodutiva. Causa profundas modificações no individuo, seja nos órgãos reprodutores, no corpo e até no comportamento.
SISTEMA GENITAL MASCULINO
Constituído pelas gônadas (testículos, túbulos seminíferos e epidídimo), localizados na bolsa escrotal, ductos genitais (canais deferentes, ducto ejaculatório e uretra).
Os órgãos genitais são: o pênis, constituído por músculos e duas cavidades internas denominadas corpos cavernosos e a uretra, a glande e o prepúcio.
SISTEMA GENITAL FEMININO
Constituído pelas gônadas (ovários), ductos genitais (tubas uterinas e vagina), útero e vagina.
Órgãos genitais são: pudendo feminino (capô de fusca), grandes lábios, pequenos lábios, clitóris, abertura da uretra e da vagina.

MÉTODOS CONTRACEPTIVOS
  • Dispositivos de barreira – são materiais sintéticos, como a camisinha e o diafragma;
  1. Métodos naturais – tanbém chamados de métodos comportamentais, são realizados pelo próprio casal. São: o coito interrompido e a abstinência. Este é determinado pela mulher ao determinar seu período fértil. Isso ela pode deteminar por temperatura basal, durante a ovulação a temperatura pode-se elevar de 0,4 a 1°C, basta aferir a temperatura pela boca, Ânus ou vagina pela manhã. Pode ser pelo muco vaginal durante a ovulação a mulher libera um muco mais abundante, viscoso e transparente. Ou ainda pela tabelinha, para isso ela deve ter um ciclo regular de 28 dias. Contando a partir do 1º dia de menstruação, o 14 é  dia provável da ovulação.

  • Métodos químicos – são os espermicidas;
  • Métodos hormonais – são o uso da pílula anticoncepcional;
  • Inibidores da nidação – são a pílula do dia seguinte e o DIU
  • Métodos definitivos – são a vasectomia e a laqueadura